sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A História do Dinheiro


A ORIGEM DO DINHEIRO


Antigamente não era muito utilizado o dinheiro, pois se utilizava a troca de produtos, mais conhecida como escambo. O surgimento do dinheiro foi quando os homens começaram a trabalhar com terra.As primeiras moedas surgiram na Lídia, hoje conhecida como a atual Turquia, no século VII a.C. As moedas Brasileiras foram produzidas pela Casa da Moeda em 08 de março de 1964. Já em 1995 a fabricação das moedas brasileira tinha os valores como: 1.000, 2.000 e 4.000 Réis em ouro, também chamado de dobrões, e 20, 40, 80, 160, 320 e 640 Réis em prata, também conhecida como patacas.Os Réis foi substituído pelo cruzeiro, que circulou até 1967. O Brasil já trocou de moeda aproximadamente oito vezes. Atualmente o dinheiro usado no país é o real, que faz tempinho que circula pelo país.
Quando pensamos em dinheiro, que imagens vêm em nossa mente?
Dinheiro para nós hoje significa papel e moeda.
Mas quais são os dinheiros mais importantes
a nota real;
o dolar americano;
o euro??
Porque as moedas e cédulas que conhecemos possuem imagens e figuras políticas, símbolos de seus países, obras de arte, monumentos, etc..
Porque o nosso dinheiro é assim hoje...
cheio de imagens, nomes, por causa de sua origem lá na antiguidadeTendo o trabalho de desvendar a moeda e procurar saber o que ela pode contar.
A numismatica estuda as moedas o papel- moeda e as medalhas desde o seu aparecimento até os dias de hoje.
O numismata é aquele que estuda e coleciona moedas, cédulas e medalhas.
No início o material usado como meio de troca não era o metal no passado, os povos uilizavam coisas que podiam ser trocadasa como dinheiro, animasi, sal, conchas, ferramentas, alimentos, armas.
Com o tempo, o metal em seu estado natural passou a exercer essa função de equivalência de valores, em virtude das vantagens que ele oferecia em r~elação a divisibilidade, o reaproveitamento,a derrabilidade, a facilidade do transporte e armazenamento.

A HISTÓRIA DO DINHEIRO NO MUNDO
A moeda foi criada pelos Lídios no século VII.a.c. No mar mediterrâneo em território que hoje se ocupa a Turquia.
Mas foram os antigos gregos que se apropriaram da idéia e os primeiros a usarem a moeda em larga escala de uma forma muito parecida com a que fazemos hoje.
Os Gregos adotaram a invenção dos lídios depois de um século... com a cidade grega usando - se a moeda onde está localizada na pequena ilha de egina, as moedas são conhecidas hoje pelos tipos de tartaruga que desviam ao nadar na costa da Ilha aonde a tartaruga vive no mar.
Depois de egina, outras cidades gregas passaram a cunhar as moedas como atenas nas moedas gregas que então desenhadas imagens escolhidas para representar a cidade divididas sobre (Zeus). Nos seus produtos locais e mitologicos alexandre , apenas figurou nas moedas aonde tewve suas imagens mitologicas de pessoas reais.
alexandre foi o primeiro a usar seu rosto nas moedas de seu reino.A HISTÓRIA DO DINHEIRO


NO BRASIL
O primeiro dinheiro do Brasil foi a moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o comércio da terra foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda de metal.As primeiras moedas metálicas - de ouro, prata e cobre – chegaram com o início da colonização portuguesa. A unidade monetária de Portugal, o REAL, foi usada no Brasil durante todo o período colonial. Assim, tudo se contava em réis – plural popular de real – com moedas fabricadas em Portugal e no Brasil.As casas fabricantes de moedas foram aqui criadas à medida que os lugares iam desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi a Casa da Moeda da Bahia, seguida pelas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.

CONCLUSÃO
Dom Sebastião, rei de Portugal, determinou a circulação de moedas portuguesas no Brasil em 1568, porém a partir dessa época as moedas eram o pau-brasil, o açúcar e o ouro, que formaram os ciclos econômicos no Brasil Colônia.As primeiras moedas cunhadas no Brasil entraram em circulação nos anos de 1645, 1646 e 1654. Essas moedas foram colocadas em circulação pelos holandeses (neerlandeses), que controlavam Pernambuco e fizeram as moedas para pagamento de seus soldados.Em 1694 cria-se a primeira casa da moeda na Bahia, que previa a cunhagem da grande diversidade de moedas que circulavam na América Portuguesa desde o fim da União Ibérica em 1640.Entre 1695 e 1698 foram criadas as primeiras moedas para uso exclusivo na colônia. Durante e após esse período, existiram casas da moeda em Pernambuco, na Bahia e no Rio de Janeiro.Na Casa da Moeda no Rio de Janeiro foram cunhadas em 1703 as primeiras moedas para uso no Reino Unido, portanto válidas também em Portugal.Atualmente, a responsabilidade pela emissão de moeda-papel e moeda metálica é do Banco Central do Brasil, que delega à Casa da Moeda do Brasil a sua produção.A Casa da Moeda do Brasil produz em média 2,4 bilhões de cédulas e 1,5 bilhão de moedas por ano. A primeira sede da instituição foi construída na Praça da República, no centro do Rio de Janeiro. Atualmente, a fábrica da Casa da Moeda fica no bairro de Santa Cruz, também no Rio de Janeiro.
BIBLIOGRAFIA
Consultas em livros didáticos;
Consultas em enciclópedias;
Consultas e fontes.
www.brasilescola.com
www.suapesquisa.com/origemdodinheiro

Chega de Racismo e Preconceito

(ISSO NÃO DÁ EM NADA)


A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e diferente.Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia.
Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico.Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos.
Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo” tudo é permitido e nada é considerado errado.Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos agindo como defensores de “anomalias humanas” deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada.
Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo o lado benéfico. No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus através da Biblia, é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário do que se faz.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Alexandre e sua virtude!


Alexndre, foi muito maul visto pelasua virtude:que era o homosexalismo dele.

Nos tempos dehoje as pessoas inda naoasseitam,mas a uma andorinha nao faz verao, basta apenaso mundo se consientizar que isoo énormal, ser gay nao é doença, é um estilo de vida.E eu apoio esa crença.Nao q eu seja,mais porque eu nao sou contra, e apoio quem apoia essa crença tbm.

E espero que o mundo aceite essa crença assim como eu!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

As ferias prolongadas!


Eu acho q o governo errou por ter prolongado nossas ferias.Porque nos ficamos em contato cm a nossa familia,ficamos em locais fechados,e nos temos q evitar isso.

Gripe Suina


A Gripe Suina é uma doença que tem como conseqüência uma variante do vírus H1N1, a transmissão e a apresentação dos sintomas da gripe suina pode ocorrer através do contato com o animal e objetos contaminados. Sendo que surgiu uma nova variante, que pode ser disseminada entre humanos e esta causando uma epidemia no México. Desde o seu surgimento, a gripe já fez até agora 149 vítimas, e sob suspeita da doença o número é de 1600 pessoas, a organização de saúde Mundial, declarou que a doença já esta sendo uma emergência na saúde pública internacional.
A gripe suina tem seu contágio através das vias aéreas, como a gripe comum, com contato diretamente ou indiretamente, por meio das mãos com objetos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente. A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.

Peste Negra


Perguntas:


1ª) Quais eram os sintomas da Peste Negra?

2ª) De que forma se dava o contágio da doença?

3ª) Se fosse hoje, como se chamaria esta doença?


Reapotas:

1)Dores de cabeça,vomitos,febre alta e cansço.

2)Pea pulga dos roedores.

3)Gripe Ratônica

A Peste Negra


Meados do século XIV foi uma época marcada por muita dor, sofrimento e mortes na Europa. A Peste Bubônica, que foi apelidada pelo povo de Peste Negra, matou cerca de um terço da população européia. A doença mortal não escolhia vítimas. Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros foram pegos pela peste.

Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. Estes roedores encontraram nas cidades européias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene. O esgoto corria a céu aberto e o lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue.Após adquirir a doença, a pessoa começava a apresentar vários sintomas: primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. Em seguida, vinham os vômitos e febre alta. Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida. Vale lembrar que, para piorar a situação, a Igreja Católica opunha-se ao desenvolvimento científico e farmacológico. Os poucos que tentavam desenvolver remédios eram perseguidos e condenados à morte, acusados de bruxaria. A doença foi identificada e estudada séculos depois desta epidemia.Relatos da época mostram que a doença foi tão grave e fez tantas vítimas que faltavam caixões e espaços nos cemitérios para enterrar os mortos. Os mais pobres eram enterrados em valas comuns, apenas enrolados em panos.O preconceito com a doença era tão grande que os doentes eram, muitas vezes, abandonados, pela própria família, nas florestas ou em locais afastados. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.